quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

De olho na FARSA


O Denatran tomou conhecimento sobre uma mensagem que está circulando nas redes sociais, onde é afirmado que foi aprovado um projeto de lei que regulamenta a cobrança anual para portadores de CNH no valor de 298,47 R$ a partir de 01 de Fevereiro de 2017. O DENATRAN informa que esta mensagem não é verdadeira, portanto, pedimos que desconsiderem qualquer informação referente a este assunto.


sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Comunique sua venda e não se arrependa

Comunicação de Vendas é um processo que pode livrar ex-donos de veículos de muitos problemas.

Imprima o panfleto abaixo e divulgue.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Uma década perdida?

Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020

     Foi lançada em maio de 2011 a "Década de Ação pela Segurança no Trânsito (2011-2020)", na qual os governos se comprometeram a adotar medidas de prevenção que viessem a reduzir os drásticos números de acidentes de trânsito, já que estes matam cerca de 1,3 milhão de pessoas por ano.

No sétimo ano da década observamos a realidade e percebemos que nada mudou no quesito redução de acidentes de trânsito, ao invés de notarmos uma redução nos eventos envolvendo esse tipo ocorrência, percebemos um aumento absurdo dos números de acidentes, principalmente envolvendo motocicletas.

Enquanto os números crescem os órgãos de trânsito se preocupam apenas em "fazer de conta" que estão engajados no movimento, quando na realidade apenas realizam as campanhas impostas pelo Denatran e apertam a fiscalização com o intuito único de arrecadar.

Sabemos que a fiscalização e a consequente penalização faz parte dos mecanismos para a redução dos índices de acidentabilidade, porém desarticuladas dos demais instrumentais não produzem o efeito desejado.

Para termos uma mudança da atual realidade se faz necessário a instituição do tripé Educação, Sinalização e Fiscalização, pois assim o condutor terá consciência do porque dirigir de acordo com o descrito na legislação, a partir da sinalização terá clareza da conduta esperada e a fiscalização servirá para punição dos que não quiseram se educar e insistirem em desrespeitar o CTB e a sinalização.

No "Maio Amarelo" e na "Semana Nacional de Trânsito" muito se fala sobre os diversos aspectos da segurança viária e a necessidade de medidas educativas, porém quando esses eventos terminam os órgãos não colocam em prática o que se debateu durante os eventos.

Se os órgãos de trânsito continuarem não investindo na Educação para o Trânsito, quando chegarmos em 2020, ano que marca o final da ação, perceberemos que a "Década de Ação pela Segurança no Trânsito" terá sido uma década perdida.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

A fórmula mágica para redução dos índices de acidentes de trânsito



Essa semana a fórmula mágica para redução dos índices acidentes de trânsito foi finalmente chancelada. Os que quiserem contribuir para a redução e até mesmo a extinção desse número tão assustador basta apenas acender os faróis.
A afirmação acima é tão descabida quanto a atenção que os órgãos de trânsito têm dado ao assunto. O tema é tão badalado que não me assustará se o assunto de repente subir e virar matéria de discussão no STF.
Para reduzir os índices de acidentes de trânsito se faz necessário investir em Educação para o Trânsito, principalmente no chão da escola, pois a reversão da violência no trânsito só se resolve com conscientização.
O código de trânsito determina que 5% do que se arrecada com multas seja aplicado em sinalização e Educação para o Trânsito, porém o que observamos é que se aperfeiçoa os métodos de fiscalização, potencializa-se os valores das multas, mas não se investe na mesma proporção em Educação para o Trânsito.
Os que acham que investir em penalização é melhor que em educação certamente não leram Emanuel Kant, que sabiamente afirmava que " O homem é o que a educação faz dele".
   

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

As novas armas de Dona Morte



Dona Morte ultimamente anda muito cansada, os acidentes de trânsito têm aumentado e o número de pessoas que ela precisa buscar cresceu assustadoramente. A demanda reprimida já acarretou sérios problemas, pois em Transitolândia todos os estudiosos estão investigando como um rapaz, que caiu de cima de um viaduto após empinar uma moto e foi colhido por um ônibus e arremessado a 500 metros contra um poste, ainda continua vivo.
Já se cogita até que o rapaz é imortal, mas na realidade ele só continua vivo porque Dona Morte não pode buscá-lo devido à demanda causada pelo aumento dos acidentes de trânsito.
A fim de solucionar o problema Dona Morte abriu uma agência denominada “Ceifeiros do Trânsito LTDA", especializada apenas em buscar pessoas que se envolvem em acidentes de trânsito, e lançou um edital para contratar mão de obra para o trabalho.
- Bom dia! – Falou o primeiro candidato a vaga na empresa de Dona Morte.
- Bom dia! –Respondeu Dona Morte pegando o currículo do candidato.
- Eu tenho experiência com foices, meu pai era agricultor e aprendi a manusear com elas desde pequeno. – Falou entusiasmado o candidato a vaga.
- Vejo pelo seu currículo que você não possui habilitação na categoria “A” e nem possui habilidade com redes sociais, por isso será desclassificado por não possuir o perfil exigido para a vaga. – Falou Dona Morte franzindo a testa.
- Como assim? Sou ótimo com a foice e esta é a principal ferramenta dos ceifeiros da morte. Para que eu preciso saber dirigir moto e ter habilidade com redes sociais? – Falou o candidato indignado.
- Você acabou de dar mais um sinal de inaptidão para a vaga, pois você está desatualizado. Desde que os governos deixaram de lado às ações educativas de trânsito e facilitaram à aquisição de motocicletas e smartphones, estes passaram a ser nosso principal instrumento de trabalho e não mais a foice. – Falou Dona Morte.
- Ainda não consegui entender. – Falou o candidato.
- Amigo, a ausência de ações educativas fizeram com que as pessoas dirijam seus motociclos sem a observância dos princípios mínimos de segurança. – Explicou a morte.
- E as redes sociais? Pra que um ceifeiro tem que ter habilidade com elas? – Perguntou intrigado o candidato.
- As redes sociais transformaram as pessoas em verdadeiros “dependentes tecnológicos”, pessoas que não podem ficar nem um minuto sem consultar a tela do smartphone. Essa consulta acontece frequentemente enquanto dirigem ou enquanto atravessam uma rua. – Falou a morte já impaciente com o desconhecimento do candidato.
- Por isso solicito para a vaga habilitação na categoria “A” e conhecimento em redes sociais. – Completou dona morte.
- Entendi! – Falou o candidato desapontado já levantando da cadeira e saindo pela porta.
Ao sair da sala já era quase meio-dia e Dona Morte avisou que a seleção com os demais candidatos continuaria após o almoço.


O primeiro candidato ao sair da sala disse aos demais que tinha sido desclassificado e revelou os motivos. Ao voltar do almoço para continuar o processo seletivo Dona Morte se assustou, ao abrir a porta encontrou centenas de candidatos sobre motos e em vez de uma foice traziam um bastão de selfie na mão.